A Poesia do Beijo
(Yara Nazaré -04/01/04)
Beijos ternos, etéreos e eternais
Rimam em risos e sintonia
Como a poesia dos deuses
Cálida, na métrica dos versos
Sonora no mítico recipiente
Que só de encantos saciam
O espaço dos nossos dias.
São
ósculos, são ternos e frenéticos
Como a lei do mandamento do amor
São maternos, fraternos e passionais
São como verdadeiros néctares
Da ambrosia que adoça a vida
Confortam, alentam e acalmam
Suprindo de energia a alma
E alimentam o nosso amor!